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Quem é você diante de Deus?

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Quem é você diante de Deus?

A parábola do fariseu e do publicano reflete o que há no interior de cada um. Trecho bíblico foi retratado na novela Jesus

Quem é você diante de Deus

Algumas lições do livro de Lucas, no capítulo 14, ganharam vida e puderam ser acompanhadas pelos telespectadores da novela Jesus, reprisada pela Record TV. Durante o capítulo 46, foi retratada a cena do fariseu e do publicano em uma parábola contada por Jesus. Na superprodução, Jesus é interpretado por Dudu Azevedo; o publicano, Mateus, por Gabriel Gracindo; e o fariseu, Jairo, por Felipe Cunha.

A cena mostra que tanto o publicano, que era um coletor de impostos, como o fariseu, um religioso erudito, foram ao templo realizar suas preces, mas de formas distintas, conforme a passagem bíblica: “E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.” (Lucas 18.9-14).

Recentemente, o Bispo Edir Macedo comentou a respeito dessa parábola durante uma reunião em uma viagem missionária. “O religioso, aparentemente, tinha uma Fé extraordinária, era fiel à esposa, homem justo, não era ladrão e ainda era dizimista e o outro era totalmente o contrário. Mas o pecador saiu leve, livre, liberto, com uma vida nova. E o religioso, que se justificava tentando chamar a atenção de Deus, saiu como entrou.”

Ele salientou que só Deus nos conhece. “Você é conhecido por seus entes queridos e amigos, mas eles não conhecem o que está dentro de você. Deus, porém, sabe quem você é. Ele conhece o seu caráter, se você é uma pessoa sincera ou fingida, autêntica ou hipócrita.”

MUITO ATUAL
Tanto o publicano quanto o fariseu entraram no templo como pecadores. No entanto o primeiro reconheceu seus erros e o segundo apenas fez um “teatro”, enganando mais a si mesmo do que aos outros.

Podemos entender que o publicano representa a justiça de Deus pela Fé dada a quem sequer se acha merecedor dela, enquanto o fariseu, teoricamente, é um praticante da lei que se enxerga superior por seus esforços religiosos e se deleita no exercício de contemplar as próprias obras, mas sem olhar para dentro de si e se surpreender com a provável sujeira espiritual contida ali.

Os fariseus representam a hipocrisia enrustida por detrás de um título, uma posição, o tempo de Igreja e o uso de uniforme. Como eles, muitos ignoram a realidade espiritual e perdem a própria Salvação.

POR QUE POR PARÁBOLAS?
Certa vez, os próprios discípulos perguntaram a Jesus o porquê do uso de parábolas. A Bíblia diz: “Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; (…); Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem. E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis, e, vendo, vereis, mas não percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido (…) Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem (…).” (Mateus 13.11-17).

O que Jesus esperava com as parábolas era que os ouvintes não se mantivessem mergulhados na superficialidade espiritual ocasionada, dentre tantas coisas, pela aparência religiosa. A Palavra de Deus é direta. Há consolo, mas também há repreensão e nem todos estão dispostos a escutar a Verdade dEla.

A ORAÇÃO
A parábola do fariseu e do publicano nos faz refletir que a oração sincera, que surge do íntimo, é a que Deus responde, enquanto a oração feita por prática religiosa é inoperante. Portanto, precisamos fazer a nossa parte. Deus faz a que cabe a Ele depois que fizermos a nossa.

Fonte: Universal.Org


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